CELSO MELCHIADES ESCLARECE O VERDADEIRO OBJETIVO DO FOCOLONDRINA

    O nosso objetivo é fazer que o povo tenha uma maneira mais objetiva e eficaz de levar as suas reivindicações aos governos Municipais, Estaduais e Federais.

     Muitas dessas reivindicações já estão sendo defendidas por deputados federais de muitos lugares do Brasil, como projeto de incentivo que devolva a dignidade aos trabalhadores com idade acima de quarenta anos, que há dez anos é pauta de luta da força comunitária de Londrina.

    Provocar uma campanha nacional no combate a desigualdade social, não com soluções paliativa, mas sim com soluções definitivas.

     Esses objetivos, já estão sendo alcançados, as provas que isso esta acontecendo, basta assistir  e prestar atenção como estão agindo os nossos governantes.

    Parece até que a nossa voz esta  sendo ouvida pela primeira vez no Brasil.

    Nós esperamos que nossos governantes não se  esqueçam que a política partidária se utiliza de uma forma covarde para se usufruir dos privilégio do poder, mas a política popular comunitária se utiliza da garra, do respeito e de sua cidadania para defender os interesses dos menos favorecidos.

    E com isso resgatar o nosso direito, nosso orgulho de sermos brasileiros.

 

    "A integração é o caminho para termos uma sociedade justa e igualitária para todo o povo brasileiro."  

 08/09/2013 

 

 

Encontro da FECAMPAR em Londrina em 2006

 

    Na noite de 28 de abril de 2006 a FECAMPAR (Federação das Entidades Comunitárias e Associações de Moradores do Paraná) e a Força Comunitária de Londrina promoveram o 1º encontro de Líderes Comunitários de Londrina e Cambe. O evento aconteceu no Hotel Sumatra  que recebeu Presidentes de Associações de Moradores  Clubes  de Mães , Grêmios Esportivos e Entidades sociais.

     Ao todo 70 Entidades de Londrina e outras 50 do Município de Cambe foram homenageadas pela Federação, por relevantes serviços prestados a sua Comunidade.

    O Vice Presidente da FECAMPAR Nilson Pereira afirmou que o encontro foi o primeiro de uma série de outros que seriam realizados na região de Londrina.

    Mas infelizmente os outros encontros não aconteceram, simplesmente, porque não é de interesse de nossos Governantes que as entidades se organizem em beneficio da população.

    Nessa mesma noite a Força Comunitária de Londrina se transformou em um braço da FECAMPAR na região, e a responsabilidade de organizar as Entidades de uma forma que a população também tenha voz, com determinação, tomamos a decisão de fazer algumas mudanças em nossa forma de trabalhar, seguindo o exemplo de nosso Presidente na época Valdenir Dias, coragem para mudar e competência para administrar a Força Comunitária de Londrina, que anos depois passou a se chamar Organização Comunitária Focolondrina.

    E com mais determinação ainda e sem ajuda de técnicos, mas com ajuda de Deus, criamos o Site Focolondrina, que hoje se transformou em uma ferramenta fundamental de trabalho e um verdadeiro elo da Organização com as comunidades de Londrina e outras regiões do Paraná e do Brasil.

    "Ser aliado a um Político de nossa escolha não quer dizer que seremos manipulados por ele".

    Participaram do evento o Presidente da Câmara de Vereadores de Londrina, Sidney Sousa, o Prefeito de Cambe, Adelino Margonar, Vereadores de Londrina Roberto Fú e Maria Ângela Santini, Luiz Carlos Tamarozzi, Vereador de Cambe Elizeu Vidotti, assessora do Vereador Tercilio Turini, Lourdes, o representante da COHAPAR de Londrina Antônio Carlos Panichi, entre outras autoridades além da comunidade.

Celso Melchiades

 

BRASIL VOCÊ JÁ ACORDOU??????                   11/06/2013

 

        Já chegou o momento de nossos governantes terem a coragem de criar audiências públicas para ouvir o que o povo brasileiro almeja para o país que vive, e isso não só em tempo de eleição.

        Governo e povo tem que andar juntos para se ter um país justo e igualitário para todos, chega de corrupção, desvios e autoritarismo com recursos públicos.

        O Brasil quer crescer e desenvolver; saúde, educação, segurança e salários tem que deixar de ser motivos para ganhar votos e alcançar lugar no poder, isso é direito adquirido do povo brasileiro.

Celso Melchiades

 

 

    Mais uma vez a cidade de Londrina estará sendo vítima de chacotas no Brasil para salvar seus mandatos e encobrir as suas irresponsabilidades de não ter fiscalizado a administração municipal de Londrina.

     Segunda feira poderá haver mais uma cassação de Prefeito na história da cidade, mas o que mais revolta, é que a Câmara de Vereadores não tem moral para fazer isso.

     Não inocentando a administração do Prefeito, só que mais uma vez por interesses políticos partidários estão tirando o direito dos cidadãos de manifestar nas urnas a sua indignação.  

    A Força Comunitária de Londrina  se manifesta contrária a cassação do Prefeito de Londrina, porque foi o povo quem o elegeu e é o povo quem deve julgá-lo através do voto em outubro, não a Câmara de Vereadores que foi a principal responsável por todas as lambanças acontecidas na atual administração.

     O dinheiro da saúde foi covardemente saqueado, cadê os culpados?  O dinheiro não foi devolvido, isso leva crer que deve estar nas mãos de corruptos, financiando médicos e escolas particulares para as famílias de políticos que se dizem estar defendendo os direitos das pessoas de bem em Londrina.

     Que justiça é essa? Que futuro poderemos esperar? Não dá mais para ficar em silêncios e testemunhar tanta covardia com os menos favorecidos sendo usados como massa de manobra de verdadeiros oportunistas da desgraça alheia.

     Londrina precisa acordar para a realidade, porque os verdadeiros santos, são aqueles que têm os calos nas mãos.

    Cassando ou não o Prefeito, não vai impedir que Londrina passe por tanta vergonha.

    A Câmara de Vereadores é a responsável por tudo o que aconteceu e esta acontecendo em Londrina.

 

    "A INTEGRAÇÃO É O MELHOR CAMINHO PARA TERMOS UMA SOCIEDADE JUSTA E IGUALITÁRIA".

 

      .Celso Melchiades

Força Comunitária de Londrina

 

FORÇA COMUNITÁRIA DE LONDRINA

23-07-2012 21:53

Votar com consciência

          A Força Comunitária de Londrina não vai julgar o passado de nenhum político, esta responsabilidade é da justiça, não nossa.     A verdade já esta comprovada no Google, basta qualquer um verificar, porque a partir do momento que...
23-07-2012 21:37

Reivindicação dos usuários do Transporte Coletivo TIL

2012-06-15 15:51                                              ...
09-03-2012 12:37

Londrina foi descaradamente prejudicada pela organização da consocial regional em Cambe.

FOTOS TIRADAS na sala de reuniões da Câmara de Londrina DIA 20/04/2011 REUNIÃO SOBRE DIRETRIZES AO COMBATE A CORRUPÇÃO, ORGANIZAÇÃO DE CONFERÊNCIAS LIVRES SOBRE GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE SOCIAL        Um comentário infeliz da organização...
16-12-2011 12:32

A CRIANÇA E O MENDIGO

    2011-02-09 11:43     Éramos a única família no restaurante com uma criança.     Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranquilos, comendo e conversando.     De repente, Daniel gritou...
16-12-2011 12:30

CONSCIÊNCIA

2010-12-30 18:35     Haverá um tempo que nós seres humanos estaremos olhando para trás, o que vamos ver?     Será que o que estamos fazendo está certo?     Fechar os olhos para tanta miséria, tanta criança abandonada, pessoas sendo...
22-08-2011 16:16

INFORMATIVO DA FORÇA COMUNITÁRIA DE LONDRINA

A integração continua sendo o melhor caminho para obter uma sociedade justa.          A zona oeste esta dando exemplo de organização em matéria de manifestação, onde eles estão procurando defender seus direitos a saúde em Londrina. Com esta atitude na...

19/10/2013

ACORDEM ENQUANTO É TEMPO

    Não é segredo para a cidade de Londrina e tão pouco para esta administração técnica, que os funcionários e professores não tem o mínimo de conhecimento em prevenção de incêndio e tão pouco de como funciona o equipamento de segurança extintor. A Organização Comunitária Focolondrina, há meses vem denunciando a falta de segurança que nossas crianças estão sendo vítimas, nas Escolas e Creches municipais de Londrina, sendo que simples palestras de prevenção de incêndio poderia ajudar e muito a dar mais segurança as nossas crianças, que ficam praticamente o dia todo nas Escolas e Creches.

     Será que esta administração técnica esta esperando se repetir o mesmo que aconteceu a 13 anos em Uruguaiana?

    A organização Comunitária Focolondrina tomou a liberdade em pesquisar como aconteceu o incêndio em uma Creche em Uruguaiana há 13 anos, esta matéria foi publicada na revista VEJA na época.

     Quem sabe assim poderemos mostrar a esta administração técnica, o porquê de nossa preocupação. A Organização Comunitária Focolondrina implora a sociedade que leiam com atenção esta matéria e vera o porquê da nossa indignação com as  administrações, porquê não tomam providências para que nossas crianças tenham o mínimo de segurança nas Escolas e Centros educacionais de Londrina.

    Já em alguns meses, a Organização Comunitária Focolondrina, em parceria com a Comissão de Segurança Pública da Câmara de Vereadores de Londrina, SENABA Londrina, organizaram palestras de Prevenção de Incêndio e Controle de Pânico, para funcionários e diretores de creches.

    Na ocasião as 63 entidades foram convidadas a participar deste importante evento, mas apenas 15 entidades participaram.

    Agora eu pergunto o que faltou para que as outras 48 também participassem?

    Será que faltou comunicação por parte dos Sindicatos, junto a essas entidades, ou foi pouco caso dessas instituições em se informar mais sobre este assunto tão importante?

    Fica ai o repudio, a falta de interesse de pessoas que lidam com vidas, mas não dão a mínima para o valor delas. 

Celso Melchiades

 

19/10/2013 

 

Rio Grande do Sul

 

Todos mortos

Doze pequenos corpos carbonizados foi tudo 
o que restou do incêndio que destruiu a sala 
de uma creche em Uruguaiana

Márcia Villanova, de Uruguaiana

 

Passava de 1h30 da tarde de terça-feira e a temperatura era de 12 graus em Uruguaiana, na fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina, quando as monitoras Ana Luíza Villela e M.C.M., de 17 anos, colocaram as treze crianças do maternal 2 da Creche Municipal Casinha da Emília para dormir, ligaram o aquecedor elétrico e deixaram a sala. Uma hora depois, os 120.000 habitantes de Uruguaiana receberiam em estado de choque a notícia da mais dramática tragédia já ocorrida na história da cidade. Um incêndio, que começou no aquecedor, destruiu a pequena sala e matou doze crianças de 2 e 3 anos. A 13ª, Matheus Bittencourt Rodrigues, só escapou porque estava sem sono e foi levado para a cozinha da creche para não acordar as outras.

 

 

A imagem mais impressionante ficará registrada na memória de alguns vizinhos e dos homens do Corpo de Bombeiros que apagaram o fogo: no canto da sala oposto ao que estava o aquecedor, jaziam, encolhidos e abraçados sob pedaços de cobertor, seis corpos carbonizados de crianças. As outras seis vítimas estavam deitadas no que restava de seus colchões, num sinal de que haviam morrido asfixiadas enquanto dormiam, antes mesmo de ser atingidas pelo fogo. Nas paredes e espalhados pelos chão, resquícios de brinquedos retorcidos pelo fogo, restos de bandeirinhas de São João e de desenhos de personagens da Turma da Mônica.


Colocar um aquecedor elétrico debaixo do cabide de roupas foi apenas o equívoco mais banal de uma seqüência de erros que detonou o acidente de Uruguaiana. O primeiro aconteceu um dia antes, na segunda-feira, em uma reunião entre a diretoria da creche e as monitoras para determinar a preparação da festa junina do dia 30 de junho. Nesse encontro ficou definido que a cada dia da semana duas monitoras deixariam sua classe e passariam a tarde no centro da cidade arrecadando brindes para distribuir às crianças durante a festa.Todas as hipóteses estudadas pela polícia de Uruguaiana para explicar o início do incêndio estão relacionadas ao aquecedor elétrico. O aparelho pode ter sofrido curto-circuito ou superaquecimento. O mais provável, contudo, é que alguma peça de tecido tenha caído sobre ele e servido de estopim para o fogo. O aquecedor usado pela creche contém uma resistência protegida por uma grade. Quando ligada, a resistência fica incandescente e esquenta o ambiente. Em pelo menos duas ocasiões no último ano, peças de roupas haviam caído sobre o aquecedor, provocando princípios de incêndio sem maiores conseqüências. Como o aparelho ficava sob o cabide em que os casaquinhos das crianças eram pendurados, uma blusa pode ter se desprendido e causado a tragédia.

 

Fumaça preta ? A dupla escolhida para fazer a peregrinação pelas lojas de brinquedos do centro da cidade na terça-feira foi justamente a do maternal 2. Na sua ausência, as funcionárias do refeitório deveriam tomar conta das crianças desta sala. Com um documento em mãos assinado pela diretora, Carmem Marília Lopes Borne, Ana Luíza Villela e M.C.M. saíram no início da tarde para arrecadar os brindes. As doze crianças ficaram dormindo sozinhas com a porta da sala encostada. O menino Matheus, sem sono, foi deixado no refeitório com duas serventes.

Um grupo de vizinhos tentava apagar o fogo com baldes de água enchidos na cozinha e na lavanderia. O incêndio foi controlado antes que atingisse as outras salas. Às 14h45, as chamas estavam debeladas. Para as crianças do maternal 2, era tarde demais. Na semana passada, a polícia tentava entender por que as crianças não abriram a porta e fugiram quando o fogo começou. Uma pista é a proximidade que o aquecedor estava da porta. Se o fogo começou ali, as chamas podem ter impedido que as crianças se aproximassem. Outra hipótese é que a dilatação provocada pelo calor tenha emperrado a porta.
Ninguém sabe a hora exata em que o incêndio começou. Da mesma forma, ninguém ouviu gritos nem choro das crianças.Aparentemente, elas morreram antes que alguém notasse o que estava acontecendo. A primeira a perceber o fogaréu foi a servente Guiomar Martins. Por volta das 2 da tarde, ela dirigiu-se ao pátio externo para recolher as roupas que estavam secando no varal. Foi quando notou a fumaça preta saindo pela janela da sala do maternal 2 e começou a gritar. Cada monitora pegou os meninos de sua classe e correu para a rua. Em meio à confusão, o funcionário José Batista da Silva ainda empurrou a porta do maternal 2, mas não conseguiu abri-la. Os bombeiros foram acionados.

Numa cidade pequena como Uruguaiana, notícias como essa espalham-se rapidamente. As duas monitoras do maternal 2, Ana Luíza e M.C.M. ficaram sabendo da tragédia numa loja de brinquedos. "Quando nos apresentamos como funcionárias da Casinha da Emília, a vendedora tomou um susto e nos disse que a creche estava pegando fogo", conta Ana Luíza. "Fiquei atônita e não acreditei. Ela aumentou o volume do rádio, ouvimos a notícia e voltamos correndo sem saber que o fogo era justamente na nossa classe." Chegando lá, as duas encontraram um cenário de horror. Algumas mães souberam da notícia pelo rádio e correram para o local. Outras moravam tão perto que ouviram as sirenes do Corpo de Bombeiros. Todas tentavam sem sucesso saber o que tinha acontecido com seus filhos. "Encontrei minha filha mais velha gritando: 'Pega o mano, mãe, pega o mano', mas não conseguia encontrá-lo", diz a cabeleireira Sandra Miller da Silva, que só ficou sabendo da morte do filho, João Fernando, quando a lista de vítimas foi lida na porta da creche. 
 

Homicídio culposo ? A creche foi interditada e o governador gaúcho, Olívio Dutra, decretou luto oficial de três dias no Estado. Centenas de pessoas compareceram ao enterro e à missa celebrada em memória das crianças no feriado de Corpus Christi. Os túmulos no Cemitério Municipal viraram destino de romaria. A Creche Municipal Casinha da Emília fica num bairro pobre de Uruguaiana. Tinha 117 crianças matriculadas e nenhum extintor de incêndio nas paredes. São filhos de famílias compostas de empregadas domésticas, zeladores, cabeleireiras e vendedoras.

As investigações, comandadas pela delegada Raquel Peixoto, indicam que houve negligência. Resta saber de quem, se das duas monitoras que abandonaram a classe, da diretora que deu a ordem ou das serventes que não tomaram conta das crianças. Os culpados poderão ser indiciados por homicídio culposo. Para os pais das crianças mortas, a punição dos responsáveis servirá de algum consolo. Mas nada daqui para a frente será capaz de compensá-los pela perda de doze vidas que mal tiveram a chance de começar.

 Fonte: Revista Veja 28/06/2000.

 

 

03/02/2013

Alerta Aos nossos governantes

 

     Precisamos que nossos Governantes organizem palestras de prevenção de incêndio e controle de pânico, treinamentos e simulações educativas aos administradores e funcionários das escolas, creches, Igrejas, clubes recreativos.

    " A prevenção é a melhor maneira para salvar vidas."

     A FECAMPAR (Federação das Entidades Comunitárias e Associações de Moradores do Paraná),  pesquisou juntos às entidades  e os resultados foram assustadores, os administradores  e funcionários  não têm o mínimo de noção de como evitar um incêndio e tão pouco  como utilizar os   equipamentos de segurança, como extintores de incêndio e mangueiras.

    Se houver um incêndio em alguma instituição e inocentes serem as vítimas, quem será responsabilizado?

 

           Celso Melchiades

Vice Presidente da FECAMPAR

 

19/02/2013

Conhecimento sobre prevenção de incêndio, e controle de pânico salva vidas.

 

    Vimos o que aconteceu na catástrofe da cidade de Santa Maria RS, muitas pessoas morreram por serem leigas sobre como agir diante de um princípio de incêndio, durante o incêndio concretizado, controle de pânico e salvamento de pessoas.

    Para que isso não aconteça, é preciso que os hospitais, Edifícios, condomínios, shoppings, bairros e comunidades tenham suas brigadas de incêndio comunitárias.

     Não adianta esperarmos pelos órgãos públicos fazerem alguma coisa, porque tudo vindo deles possuem uma burocracia infinita e absurda, tudo que se refere a gastos para beneficiar a população são lançados em último plano nos projetos dessa gente.

    Somos nós mesmo que devemos tomar uma atitude, se não quisermos ter a mesma dor que estão tendo os moradores de Santa Maria.

    Como?

    Com a ajuda dos líderes comunitários, procurar formar grupos de voluntários que queiram ser preparados e instruídos para lidar com esses tipos de situações e estar depois orientando a população de suas comunidades.

    Isso tem custo?

    Sim, por isso a formação de pequenos grupos, de voluntários treinados em prevenção de incêndio e controle de pânico. Os empresários e comerciantes de cada bairro precisam colaborar custeando um integrante para que ele depois possa repassar para o restante da comunidade os seus conhecimentos. 

    Todos integrados e capacitados, poderão evitar catátrofes futuras.  

 

    Equipe Focolondrina

 

Condomínios devem ter Brigadas de Incêndio 

 

Fotos do incêndio no edifício Andorinha- RJ -(fotografo Sérgio Araujo)


Data: 10/02/2011 / Fonte: Bom Dia Brasil  - Revista Emergência

    Brasil - Pouca gente sabe, mas até condomínios residenciais precisam, por lei, ter gente preparada para combater incêndios. As brigadas muitas vezes não são treinadas adequadamente. É a síndrome do outro. O outro é que deve participar do treinamento, o outro é que pode ser vítima de um incêndio. Quando acontece uma emergência, bem pouca gente sabe como agir. As brigadas de incêndio são fundamentais para ajudar no socorro enquanto os bombeiros ainda estão a caminho.

    Enquanto o Corpo de Bombeiros não chega, o trabalho da Brigada de Incêndio é importantíssimo para evitar que o fogo se espalhe. Os edifícios comerciais e as moradias coletivas, como prédios e condomínios, são obrigados a ter grupos treinados. O total de integrantes depende do tamanho e do número de pessoas no prédio. Em um edifício residencial, funcionários e moradores participam da equipe. Mas muitas vezes é difícil convencer quem mora a participar dos treinamentos.

    "Geralmente, quando acontece um incêndio e não há um treinamento, as condições são catastróficas. Eles acabam piorando ainda mais a situação por falta de um conhecimento básico", conta o engenheiro de segurança do trabalho Carlos Eugênio Berkhout.

    Em uma situação de emergência, os brigadistas de um prédio já sabem que têm que se encontrar no hall do edifício. O zelador João Vicente Bento é o líder da brigada.

    "O principal é já mandar desligar o gás e o disjuntor do apartamento", explica Seu João.

    O gás e a energia elétrica são fontes potenciais de um incêndio. Cortar o que alimenta o fogo impede que as chamas se espalhem com rapidez. É preciso saber usar os equipamentos adequadamente. Existem três tipos diferentes de extintor: o de gás carbônico, mais indicado para fogo em equipamentos elétricos; de pó, para incêndios em que há líquidos inflamáveis, como tintas, solventes e gasolina; e o de água, que não pode ser usado nas situações anteriores.

    "Se você usar um extintor de água pressurizada que seria para materiais sólidos, como sofá, madeira, livros, essas coisas que normalmente nós temos em casa - se você utilizar em um computador que está em curto circuito, pegando fogo, você pode piorar a situação, porque a água, junto com a eletricidade, vai causar o curto circuito que piora toda a situação", avisa o técnico em segurança do trabalho Victor Eduardo Berkhout.

    Já os prédios comerciais, dependendo da avaliação de risco, precisam ter bombeiros civis, além das brigadas. Em uma escola, pessoas comuns se tornam profissionais. A base do treinamento é a mesma dos militares.

    "O bombeiro civil vai dar o primeiro combate ao incêndio. Quando for relatado realmente o incêndio, vai ser acionado o bombeiro militar, que vai até o local e tomar conta da ocorrência", diz Marcelo Silveira, gerente operacional e instrutor de combate a incêndio e salvamento.

    A legislação que define como deve ser a brigada de incêndio é feita pelos bombeiros e varia de estado para estado. Em São Paulo, o brigadista deve estar em boas condições físicas, ser alfabetizado para poder ler os avisos e ser maior de idade. Mas, independente da legislação, é fundamental ter alguém no prédio - seja de casa, seja do escritório - treinado para enfrentar uma situação de incêndio ou até mesmo para socorrer alguém que passou mal ou sofreu um acidente.

    Esse procedimento é extremamante importante, principalmente nestes momentos onde temos tantos riscos eminentes em função de grandes descargas eletricas.

 

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Notícias

03-05-2016 17:02

PREVENÇÃO UMA PRIORIDADE PARA SEGURANÇA DA POPULAÇÃO

14/01/2016       No dia 27 de janeiro próximo, fará 3 anos que 242 jovens morreram no incêndio da Boate Kiss, na verdade eles foram vítimas da falta de informação de como se proteger em um incêndio, acredito que se eles tivessem tido o mínimo de informação teriam se...

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 Aliança em benefício da vida

Foto: Focolondrina

    Quando se fala em segurança para sua família, não pode ter divergência política ou partidária, porque a família é muito mais importante que tudo.

    Não devemos nunca deixar que oportunista se aproxime ou manipule um líder comunitário para promover a discórdia em beneficio de si mesmo.

    A FECAMPAR (Federação das Entidades Comunitárias e Associações de Moradores do Paraná), conseguiu pela primeira vez no Paraná, organizar aquilo que parecia impossível, juntar políticos sindicalistas e empresários, todos com o mesmo objetivo, levar ate o Governo uma renvidicação que há décadas passavam despercebidas, a prevenção de incêndio e o controle de pânico nas Escolas do Paraná, com essa integração conseguimos sensibilizar o nosso Governo e o nosso objetivo  esta sendo alcançado.

    Agora esperamos que as administrações Municipais  tenham a mesma consciência e procure estar também  integrada com o Governo  Estadual e Federal  e não mais promover  a desgraça  de muitos em beneficio de poucos.

     Precisamos que o projeto brigada escolar seja estendido para todas as Escolas Municipais e que o pesadelo de Uruguaiana e Santa Maria sirva de lição para todos nós, tornando a integração o melhor caminho para termos uma sociedade justa e igualitária.

    Esta aliança não será usada para beneficiar estes ou aqueles grupos políticos, ela foi organizada para provar para o Paraná que o Governo e o Povo devem estar integrados com o mesmo objetivo. Salvar vidas.

    A FECAMPAR regional Londrina agradece publicamente a toda equipe da Organização Comunitária Focolondrina, aos Vereadores, Péricles Deliberador, Marcos Belinati, Roberto Fu, Wilson Bitencortt, ao Deputado Estadual Belinati, ao Presidente da Nova Central dos Trabalhadores do Paraná Denílson Pestana da Costa, ao Dr. Marcelo Belinati, ao Presidente da Câmara de Vereadores de Cambe Eliseu Vidotti, ao Deputado Federal Luiz Carlos Hauly, ao Presidente do PSDC de Londrina Bruno Ubiratã, ao Presidente do PSDC Estadual Luiz Adão, ao Empresário Luciano Pizzato, SINTRAMICA, SENALBA Londrina, SECRASO NP, Sindicato dos Vigilantes de Londrina e região, Cooper Fire Extintores, Ulisses Sabino, também ao   Presidente  do SINDISERV   Marcelo Urbaneja, Eder Pimenta, Presidente da FEMOCLAM  Nilson Pereira,  Geonisio Marinho, Valdenir Dielly Dias, aos   gabinetes  dos  Vereadores  Péricles, Wilson Bitencort,  Roberto Fu, Marcos Belinati,  Jurandir Rosa  Diretor do Jornal A SEGURANÇA METROPOLITANA  de Londrina, Carlos Zapata do Jornal voz de Ibaiti, ao  amigo Messias Lima, Lineu Tomass, Carioca, também aos   Assessores  do Deputado Belinati,  Baixinho, Aguilera, em Especial ao Ratinho Junior,  Ministério Público, ao   Governo do  Paraná Beto  Richa e tenho a certeza que  seus  apoios  foram de grande importância na formação e  organização no  projeto da aliança de integração Comunitária  do Paraná.

    A FECAMPAR Regional Londrina em nome do povo do Paraná, agradece a todos e que Deus Abençoe a cada um por estar ajudando de alguma forma buscar mais segurança para nossa família.

           Celso Melchiades

    Vice Presidente Fecampar

 

 

 

Será que um dia poderemos ter realmente algum direito?

 
19-02-2013 13:22

2011-04-16 10:33

 

 

     Sonho! Nos vivemos de sonho e esperança ,os movimentos populares lutam para que os sonhos se torne realidade e  os direitos de cada cidadãos sejam respeitados.

   Sempre foi este o verdadeiro papel das associações de moradores, mas a partir do momento que o líder da entidade se mostrava competente e determinado na defesa dos direitos de sua comunidade. 

    Imediatamente aguçava a cobiça de mercenários, que procura sempre calar a boca de líderes comunitários a qualquer preço e assim fazer com que as reivindicações daquela comunidade deixassem de existir.

    Londrina sempre será o berço dos movimentos populares do Paraná, muitos partidos cuja sua ideologia era defender e lutar pelos menos favorecidos.

     Essa história começou em Londrina, mas infelizmente foi se perdendo, por que os partidos políticos no papel era uma coisa, na prática era outra.

      Isso esta se repetindo nas associações de moradores, entidades que na prática é formada para representar e defender a sua comunidade.

       O que esta acontecendo em Londrina?

     As entidades foram formadas, mas só tem a representatividade no papel, esta com a boca calada e defendendo políticos que não tem compromisso com a comunidade, precisamos que estas entidades realmente exerçam a sua responsabilidade, lutar e defender os direitos dos cidadãos e cumprir o seu estatuto.

       A partir do momento que os presidentes respeitam o seu estatuto a sua comunidade passa a ter suas reivindicações respeitadas.

       Infelizmente o que esta acontecendo é que o presidente negocia através da sua credibilidade favores pessoais.

      Por estar sempre acontecendo isso tomamos a iniciativa de não mais articular com presidentes de associações de moradores em Londrina.

      Não que temos algo contra eles, na verdade respeitamos e muito, mas infelizmente não podemos confiar em todos os presidentes e trazer para dentro do movimento.

       Nossa organização respeita e sempre defenderá os Presidentes de associações de moradores sérios, vamos também dar prioridade em defender os direitos de nossos irmãos de luta, não somos mercenários, somos  Organizadores  Comunitários da Força Comunitária de Londrina.

Celso Melchiades

 

 

  

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