Projeto de lei não quer mais fumante em praças

16-09-2011 11:11

    Câmara vota proposta que proíbe o cigarro em praças, parques infantis, áreas de lazer e locais destinados a esportes

30/08/2011 | 00:42 Marcelo Frazão
 

 

    Uma nova restrição deve complicar ainda mais a vida do fumante, em Londrina, se a Câmara de Vereadores aprovar hoje, em segunda votação, o projeto de lei que bane o cigarro de praças, parques infantis, áreas de lazer e locais destinados a esportes. O projeto ainda reforça a impossibilidade da existência de fumódromos, já banidos por lei estadual. Em todo o Paraná, fumar em locais coletivos é proibido desde o fim de 2009.

    Caso seja sancionada, a proposta coloca Londrina na pequena lista de cidades do mundo onde fumar, na prática, só é permitido em casa ou caminhando pela rua – e sozinho. Em Nova York, desde maio, fumantes que se aventuram com um cigarrinho no Central Park, por exemplo, são multados em US$ 50.

    Na versão londrinense da proposta, acender um cachimbo, cigarro, charuto ou cigarrilha no bosque no centro da cidade ou mesmo ao ar livre no Zerão, nem pensar – mas não há previsão de multas ou punição. Semana passada, a proposta foi aprovada em primeira votação quase sem debates.

    Desde 2009, a Câmara de Vereadores de Londrina dificulta a vida de quem fuma. A última atualização da lei antifumo da cidade proibiu a reserva de quartos de hotéis para fumantes – e neles ficou decretado o fim do cigarro em todas as instalações.

    “O ideal é que o tabagismo seja abolido. Não acho uma agressão à liberdade, muito menos um exagero proibir alguém de fumar em uma praça”, defende Marcio Almeida (PSDB), autor principal da proposta, ex-fumante há 15 anos, depois de 20 deles com um maço no bolso. Dependendo da aceitação dos demais colegas, o parlamentar promete ainda apresentar uma emenda para também impedir o cigarro dentro de veículos – públicos e privados – que carreguem crianças. “A maioria ainda acha que cigarro é um hábito, um direito de quem fuma. O conhecimento e a ciência, entretanto, colocam o fumo como uma doença a ser combatida.”

    “Proibir assim é um radicalismo excessivo”, pontua Ivo de Bassi (PTN). Ex-fumante há 20 anos, preferiu se abster na primeira votação. “O cidadão não aguenta mais gente interferindo na vida particular dele. Vai virar uma revolta contra a Câmara”, prevê. “Daqui a pouco vão querer proibir cerveja no boteco.”

    “Só me faltava essa”, bombardeou, de pronto, o aposentado Sebastião Frederico Reis, 66 anos, 47 em meio aos tragos diários. À espera da esposa que fazia exercícios na academia ao ar livre na praça do Jardim Bandeirantes (zona oeste), exibia um cigarrinho em uma mão, caldo de cana noutra. “Fumar virou quase um crime. Nem aqui mais? Não pode ser verdade”. “Já não gosto de política e agora nem entendo como acham que podem mexer na minha vida.”

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Cigarro engana porque parece fonte de prazer

Na Policlínica da zona oeste, um dos grupos públicos de suporte para quem pretende deixar o maço para trás tem 15 integrantes, com histórias completamente diversas de vício. “O importante é cada um entender o seu padrão de dependência do cigarro”, explica a médica Vânia Brum, há cinco anos organizando grupos de terapia na rede municipal de saúde. “E as histórias ajudam cada um a entender as próprias dificuldades”. Nos grupos, abertos em sete postos de saúde de Londrina, os fumantes acessam medicamentos e conversam – muito mesmo. “Estar junto é importante para trabalhar as recaídas durante a tentativa de largar o vício”, diz a médica. “O cigarro engana porque aparenta ser uma fonte de prazer. Mas por trás dele, sempre há um conjunto de problemas associados. As pessoas fumam por diversos motivos e o cigarro é uma muleta. A dependência não é só química: e sim psicológica e comportamental”, reforça a enfermeira Adriana Henrique Ribeiro Menezes, coordenadora do Programa de Controle de Tabagismo da Prefeitura de Londrina. Na terapia em grupo, até 60% dos fumantes esquecem o cigarro após um ano de tratamento. As inscrições são abertas e gratuitas, bastando procurar um dos postos municipais.

 

Pastoral contra o Fumo

25, Setembro 2009 - 20:32:29
Pastoral contra o Fumo

Pastoral da Criança contra o fumo

A Pastoral da Criança, em sua missão de levar vida em abundância a todas as crianças, apóia todas as medidas que possam diminuir os malefícios que o fumo causa:
# Fumar ou ser fumante passiva durante a gravidez traz sérios riscos: abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e episódios de hemorragia (sangramento) ocorrem mais frequentemente quando a mulher grávida fuma. A gestante que fuma apresenta mais complicações durante o parto e tem o dobro de chances de ter um bebê de menor peso e menor comprimento, comparando-se com a grávida que não fuma;
# Os riscos para a gravidez, o parto e a criança não decorrem somente do hábito de fumar da mãe. Quando a gestante é obrigada a viver em ambiente poluído pela fumaça do cigarro ela absorve as substâncias tóxicas da fumaça, que pelo sangue passa para o feto. Quando a mãe fuma durante a amamentação, a nicotina passa pelo leite e é absorvida pela criança
# Em bebês há risco:
# 5 vezes maior de morrerem subitamente sem uma causa aparente (Síndrome da Morte Súbita Infantil);
# Maior risco de doenças pulmonares até 1 ano de idade, proporcionalmente ao número de fumantes em casa
# Em crianças há maior frequência de resfriados e infecções do ouvido médio; risco maior de doenças respiratórias como pneumonia, bronquites e exarcebação da asma.
A permissão da existência de fumódromos não mais atende ao que hoje se sabe em termos de proteção da saúde pública e ocupacional em relação à poluição tabagística ambiental.

 

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Focolondrina

focolondrina@hotmail.com

Av: Do Sol nº.541 Jd do Sol - Londrina-PR

(43) 9 9903.6667

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Notícias

03-05-2016 17:02

PREVENÇÃO UMA PRIORIDADE PARA SEGURANÇA DA POPULAÇÃO

14/01/2016       No dia 27 de janeiro próximo, fará 3 anos que 242 jovens morreram no incêndio da Boate Kiss, na verdade eles foram vítimas da falta de informação de como se proteger em um incêndio, acredito que se eles tivessem tido o mínimo de informação teriam se...

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 Aliança em benefício da vida

Foto: Focolondrina

    Quando se fala em segurança para sua família, não pode ter divergência política ou partidária, porque a família é muito mais importante que tudo.

    Não devemos nunca deixar que oportunista se aproxime ou manipule um líder comunitário para promover a discórdia em beneficio de si mesmo.

    A FECAMPAR (Federação das Entidades Comunitárias e Associações de Moradores do Paraná), conseguiu pela primeira vez no Paraná, organizar aquilo que parecia impossível, juntar políticos sindicalistas e empresários, todos com o mesmo objetivo, levar ate o Governo uma renvidicação que há décadas passavam despercebidas, a prevenção de incêndio e o controle de pânico nas Escolas do Paraná, com essa integração conseguimos sensibilizar o nosso Governo e o nosso objetivo  esta sendo alcançado.

    Agora esperamos que as administrações Municipais  tenham a mesma consciência e procure estar também  integrada com o Governo  Estadual e Federal  e não mais promover  a desgraça  de muitos em beneficio de poucos.

     Precisamos que o projeto brigada escolar seja estendido para todas as Escolas Municipais e que o pesadelo de Uruguaiana e Santa Maria sirva de lição para todos nós, tornando a integração o melhor caminho para termos uma sociedade justa e igualitária.

    Esta aliança não será usada para beneficiar estes ou aqueles grupos políticos, ela foi organizada para provar para o Paraná que o Governo e o Povo devem estar integrados com o mesmo objetivo. Salvar vidas.

    A FECAMPAR regional Londrina agradece publicamente a toda equipe da Organização Comunitária Focolondrina, aos Vereadores, Péricles Deliberador, Marcos Belinati, Roberto Fu, Wilson Bitencortt, ao Deputado Estadual Belinati, ao Presidente da Nova Central dos Trabalhadores do Paraná Denílson Pestana da Costa, ao Dr. Marcelo Belinati, ao Presidente da Câmara de Vereadores de Cambe Eliseu Vidotti, ao Deputado Federal Luiz Carlos Hauly, ao Presidente do PSDC de Londrina Bruno Ubiratã, ao Presidente do PSDC Estadual Luiz Adão, ao Empresário Luciano Pizzato, SINTRAMICA, SENALBA Londrina, SECRASO NP, Sindicato dos Vigilantes de Londrina e região, Cooper Fire Extintores, Ulisses Sabino, também ao   Presidente  do SINDISERV   Marcelo Urbaneja, Eder Pimenta, Presidente da FEMOCLAM  Nilson Pereira,  Geonisio Marinho, Valdenir Dielly Dias, aos   gabinetes  dos  Vereadores  Péricles, Wilson Bitencort,  Roberto Fu, Marcos Belinati,  Jurandir Rosa  Diretor do Jornal A SEGURANÇA METROPOLITANA  de Londrina, Carlos Zapata do Jornal voz de Ibaiti, ao  amigo Messias Lima, Lineu Tomass, Carioca, também aos   Assessores  do Deputado Belinati,  Baixinho, Aguilera, em Especial ao Ratinho Junior,  Ministério Público, ao   Governo do  Paraná Beto  Richa e tenho a certeza que  seus  apoios  foram de grande importância na formação e  organização no  projeto da aliança de integração Comunitária  do Paraná.

    A FECAMPAR Regional Londrina em nome do povo do Paraná, agradece a todos e que Deus Abençoe a cada um por estar ajudando de alguma forma buscar mais segurança para nossa família.

           Celso Melchiades

    Vice Presidente Fecampar

 

 

 

Será que um dia poderemos ter realmente algum direito?

 
19-02-2013 13:22

2011-04-16 10:33

 

 

     Sonho! Nos vivemos de sonho e esperança ,os movimentos populares lutam para que os sonhos se torne realidade e  os direitos de cada cidadãos sejam respeitados.

   Sempre foi este o verdadeiro papel das associações de moradores, mas a partir do momento que o líder da entidade se mostrava competente e determinado na defesa dos direitos de sua comunidade. 

    Imediatamente aguçava a cobiça de mercenários, que procura sempre calar a boca de líderes comunitários a qualquer preço e assim fazer com que as reivindicações daquela comunidade deixassem de existir.

    Londrina sempre será o berço dos movimentos populares do Paraná, muitos partidos cuja sua ideologia era defender e lutar pelos menos favorecidos.

     Essa história começou em Londrina, mas infelizmente foi se perdendo, por que os partidos políticos no papel era uma coisa, na prática era outra.

      Isso esta se repetindo nas associações de moradores, entidades que na prática é formada para representar e defender a sua comunidade.

       O que esta acontecendo em Londrina?

     As entidades foram formadas, mas só tem a representatividade no papel, esta com a boca calada e defendendo políticos que não tem compromisso com a comunidade, precisamos que estas entidades realmente exerçam a sua responsabilidade, lutar e defender os direitos dos cidadãos e cumprir o seu estatuto.

       A partir do momento que os presidentes respeitam o seu estatuto a sua comunidade passa a ter suas reivindicações respeitadas.

       Infelizmente o que esta acontecendo é que o presidente negocia através da sua credibilidade favores pessoais.

      Por estar sempre acontecendo isso tomamos a iniciativa de não mais articular com presidentes de associações de moradores em Londrina.

      Não que temos algo contra eles, na verdade respeitamos e muito, mas infelizmente não podemos confiar em todos os presidentes e trazer para dentro do movimento.

       Nossa organização respeita e sempre defenderá os Presidentes de associações de moradores sérios, vamos também dar prioridade em defender os direitos de nossos irmãos de luta, não somos mercenários, somos  Organizadores  Comunitários da Força Comunitária de Londrina.

Celso Melchiades

 

 

  

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