Rodrigo Gouvêa

VEREADOR DE LONDRINA

CTR está se transformando num novo "lixão" em Londrina

  • Juliana Leite
  • 09/02/2011 às 18:02  
  • Atualizado em 10/02/2011 às 17:27

Divulgação

Uma das valas do CTR está chegando ao limite: local era para fazer a seleção dos sólidos e orgânicos e preparar a compostagem

 

    O Conselho Municipal do Meio Ambiente (Consema) aguarda do município, para as próximas semanas, providências para a correção das falhas e o início do funcionamento correto do Centro de Tratamento de Resíduos (CTR), que está se transformando em um verdadeiro "lixão" a céu aberto, na estrada de acesso ao Distrito Maravilha, na zona sul.

    A preocupação das autoridades que tratam do meio ambiente é grande. No dia 27 de janeiro, em uma visita ao CTR, membros do Consema e do Ministério Público do Meio Ambiente, de Londrina, apontaram uma série de não-conformidades no local. O local foi construído para substituir o aterro sanitário de Londrina, da Estrada do Limoneiro (zona leste), que foi desativado no início do ano 2010 por estar com sua capacidade máxima no limite, após 34 anos recebendo o lixo de Londrina e cidades vizinhas.

    Após a visita, Consema e Ministério Público solicitaram ao município que as providências fossem tomadas para que o local receba apenas o material orgânico, evitando que aconteça a mistura de materiais recicláveis, como acontece atualmente.

    De acordo com relatos de conselheiros do Consema, o local está nesta situação lastimável, em parte, por culpa da população, que não faz a separação adequada dos lixos orgânico, reciclado e rejeito. Por consequência, estes detritos chegam misturados na central. Da parte do município, que não realiza a coleta seletiva como deveria ser feita e consta em projeto.

 

    Muito material reciclável é encontrado no CTR

    Levantamentos do conselho apontam que a falta de estrutura física do local acarretam no comprometimento da unidade, uma vez que as obras que estão prontas são relativas somente à primeira fase de implantação da CTR. A compostagem ainda não está sendo feita e o chorume gerado na vala de rejeitos fica acumulado na lagoa de tratamento de efluentes, sistema ainda inoperante.

 

    Hoje, os londrinenses geram cerca de 400 toneladas de resíduos por dia. Desta quantidade, 135 toneladas são reciclados pelo setor de coleta seletiva, sendo que 35% do total do lixo volta para o aterro e apenas 90 toneladas são desviadas.

    O presidente do Consema, Fernando Barros, relatou que, em virtude do aumento das chuvas nessa época do ano, a lagoa de tratamento do chorume não suportou o volume do líquido, fazendo com que a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) enviasse o volume excedente para uma empresa especializada e licenciada de Apucarana. Com isso, conseguiu evitar um problema ambiental maior.

    Na nova CTR não deveriam mais ser enterrados os resíduos, mas somente os rejeitos, como papel higiênico, fraldas descartáveis, preservativos, absorventes femininos, materiais que correspondem a cerca de 20% dos resíduos sólidos urbanos.

 

IAP ainda analisa a concessão do licenciamento ambiental

    De acordo com Barros, a falta do processo de triagem do resíduo orgânico para fazer a compostagem deve-se à falta das esteiras, adquiridas no passado pela prefeitura e que serão instaladas apenas na 2ª etapa da CTR. "Como os detritos estão misturados, fica inviável de se fazer a compostagem", comentou.

 

    "O CTR é o novo lixão de Londrina", disparou o vereador Rodrigo Gouvêa, que é o presidente da Comissão Permanente de Meio Ambiente da Câmara. Para ele, não basta o argumento de que apenas a população tem culpa na questão do lixo. "Na área de composto tem até pneu jogado fora. Como os funcionários não viram isso? Do jeito que está, não vai durar nem seis meses", questionou.

    O Consema recomendou ainda ao município que sejam feitas com urgência duas análises gravimétricas, tanto no que está sendo depositado na vala de rejeitos quanto nos resíduos coletados como orgânicos. Esta análise pode identificar, em detalhes, o que está sendo coletado nas ruas, e que possa mais a frente ser comparado com os novos resultados após efetiva campanha de educação ambiental.

    A promotora do Meio Ambiente, Solange Vicentin, e o Consema temem que o espaço municipal perca a licença concedida pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). A prefeitura de Londrina aguarda o posicionamento do IAP, que deve sair nas próximas semanas.

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Notícias

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PREVENÇÃO UMA PRIORIDADE PARA SEGURANÇA DA POPULAÇÃO

14/01/2016       No dia 27 de janeiro próximo, fará 3 anos que 242 jovens morreram no incêndio da Boate Kiss, na verdade eles foram vítimas da falta de informação de como se proteger em um incêndio, acredito que se eles tivessem tido o mínimo de informação teriam se...

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 Aliança em benefício da vida

Foto: Focolondrina

    Quando se fala em segurança para sua família, não pode ter divergência política ou partidária, porque a família é muito mais importante que tudo.

    Não devemos nunca deixar que oportunista se aproxime ou manipule um líder comunitário para promover a discórdia em beneficio de si mesmo.

    A FECAMPAR (Federação das Entidades Comunitárias e Associações de Moradores do Paraná), conseguiu pela primeira vez no Paraná, organizar aquilo que parecia impossível, juntar políticos sindicalistas e empresários, todos com o mesmo objetivo, levar ate o Governo uma renvidicação que há décadas passavam despercebidas, a prevenção de incêndio e o controle de pânico nas Escolas do Paraná, com essa integração conseguimos sensibilizar o nosso Governo e o nosso objetivo  esta sendo alcançado.

    Agora esperamos que as administrações Municipais  tenham a mesma consciência e procure estar também  integrada com o Governo  Estadual e Federal  e não mais promover  a desgraça  de muitos em beneficio de poucos.

     Precisamos que o projeto brigada escolar seja estendido para todas as Escolas Municipais e que o pesadelo de Uruguaiana e Santa Maria sirva de lição para todos nós, tornando a integração o melhor caminho para termos uma sociedade justa e igualitária.

    Esta aliança não será usada para beneficiar estes ou aqueles grupos políticos, ela foi organizada para provar para o Paraná que o Governo e o Povo devem estar integrados com o mesmo objetivo. Salvar vidas.

    A FECAMPAR regional Londrina agradece publicamente a toda equipe da Organização Comunitária Focolondrina, aos Vereadores, Péricles Deliberador, Marcos Belinati, Roberto Fu, Wilson Bitencortt, ao Deputado Estadual Belinati, ao Presidente da Nova Central dos Trabalhadores do Paraná Denílson Pestana da Costa, ao Dr. Marcelo Belinati, ao Presidente da Câmara de Vereadores de Cambe Eliseu Vidotti, ao Deputado Federal Luiz Carlos Hauly, ao Presidente do PSDC de Londrina Bruno Ubiratã, ao Presidente do PSDC Estadual Luiz Adão, ao Empresário Luciano Pizzato, SINTRAMICA, SENALBA Londrina, SECRASO NP, Sindicato dos Vigilantes de Londrina e região, Cooper Fire Extintores, Ulisses Sabino, também ao   Presidente  do SINDISERV   Marcelo Urbaneja, Eder Pimenta, Presidente da FEMOCLAM  Nilson Pereira,  Geonisio Marinho, Valdenir Dielly Dias, aos   gabinetes  dos  Vereadores  Péricles, Wilson Bitencort,  Roberto Fu, Marcos Belinati,  Jurandir Rosa  Diretor do Jornal A SEGURANÇA METROPOLITANA  de Londrina, Carlos Zapata do Jornal voz de Ibaiti, ao  amigo Messias Lima, Lineu Tomass, Carioca, também aos   Assessores  do Deputado Belinati,  Baixinho, Aguilera, em Especial ao Ratinho Junior,  Ministério Público, ao   Governo do  Paraná Beto  Richa e tenho a certeza que  seus  apoios  foram de grande importância na formação e  organização no  projeto da aliança de integração Comunitária  do Paraná.

    A FECAMPAR Regional Londrina em nome do povo do Paraná, agradece a todos e que Deus Abençoe a cada um por estar ajudando de alguma forma buscar mais segurança para nossa família.

           Celso Melchiades

    Vice Presidente Fecampar

 

 

 

Será que um dia poderemos ter realmente algum direito?

 
19-02-2013 13:22

2011-04-16 10:33

 

 

     Sonho! Nos vivemos de sonho e esperança ,os movimentos populares lutam para que os sonhos se torne realidade e  os direitos de cada cidadãos sejam respeitados.

   Sempre foi este o verdadeiro papel das associações de moradores, mas a partir do momento que o líder da entidade se mostrava competente e determinado na defesa dos direitos de sua comunidade. 

    Imediatamente aguçava a cobiça de mercenários, que procura sempre calar a boca de líderes comunitários a qualquer preço e assim fazer com que as reivindicações daquela comunidade deixassem de existir.

    Londrina sempre será o berço dos movimentos populares do Paraná, muitos partidos cuja sua ideologia era defender e lutar pelos menos favorecidos.

     Essa história começou em Londrina, mas infelizmente foi se perdendo, por que os partidos políticos no papel era uma coisa, na prática era outra.

      Isso esta se repetindo nas associações de moradores, entidades que na prática é formada para representar e defender a sua comunidade.

       O que esta acontecendo em Londrina?

     As entidades foram formadas, mas só tem a representatividade no papel, esta com a boca calada e defendendo políticos que não tem compromisso com a comunidade, precisamos que estas entidades realmente exerçam a sua responsabilidade, lutar e defender os direitos dos cidadãos e cumprir o seu estatuto.

       A partir do momento que os presidentes respeitam o seu estatuto a sua comunidade passa a ter suas reivindicações respeitadas.

       Infelizmente o que esta acontecendo é que o presidente negocia através da sua credibilidade favores pessoais.

      Por estar sempre acontecendo isso tomamos a iniciativa de não mais articular com presidentes de associações de moradores em Londrina.

      Não que temos algo contra eles, na verdade respeitamos e muito, mas infelizmente não podemos confiar em todos os presidentes e trazer para dentro do movimento.

       Nossa organização respeita e sempre defenderá os Presidentes de associações de moradores sérios, vamos também dar prioridade em defender os direitos de nossos irmãos de luta, não somos mercenários, somos  Organizadores  Comunitários da Força Comunitária de Londrina.

Celso Melchiades

 

 

  

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