PAVINATO INCENTIVA SAÚDE E RENDA ATRAVÉS DAS HORTAS COMUNITÁRIAS

09-01-2011 15:38

Projeto de Hortas Comunitárias traz para a cidade a vida simples do campo

 

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Projeto de Hortas Comunitárias traz para a cidade a vida simples do campo
Desfrutar o cheiro da terra revolvida, pronta para receber a semente, sentir o prazer de acompanhar o crescimento das plantas, a satisfação de colher com as mãos o fruto do seu trabalho, para muitos que tiveram que trocar a vida simples do campo para a pavimentada rotina da cidade, essas sensações são apenas lembranças. No entanto, em Cambé, 760 famílias amenizam a saudade do campo através do Projeto de Hortas Comunitária. Diariamente, seo Anetor se desliga da vida urbana cultivando verduras e hortaliças orgânicas em uma das 20 hortas comunitárias da cidade. De enxada na mão, seo Anetor conta com orgulho porque há 28 anos participa do projeto: “Plantar e cultivar a terra é o que eu sei fazer, o que gosto de fazer, nasci no sítio e sempre vivi assim”. A horta comunitária do Jardim Tupi, da qual seo Anetor faz parte, foi a primeira a ser instalada na cidade. Com uma área de 24 mil metros quadrados, a horta é um verdadeiro oásis vegetariano no meio das ruas e casas do bairro, com milhares de pés de couve, cebolinha, alface e as mais variadas verduras.
A caseira da horta, Antônia Maria de Oliveira, se envaidece da plantação, “Aqui é lindo, é uma área de lazer para todo mundo, a gente esquece dos problemas, das idéias ruins quando estamos plantando”. Aos 58 anos, 18 deles vividos dentro da horta, Antônia admite que nunca quis morar na cidade, queria continuar na roça, mas acabou encontrando dentro da área urbana um pedaço do que deixou para trás. “Quando vim para a cidade eu tinha muito medo porque eu não sabia fazer nada a não ser trabalhar na roça. Aqui na horta eu me realizo, como se nunca tivesse saído do sítio”, confessa ela. Para Antônia, o caráter terapêutico do plantio é vital. Impossibilitada de trabalhar em seu lote por duas semanas devido a uma pneumonia, ela reclama amargurada, “O médico me disse que tenho que descansar para melhorar, mas sem trabalhar parece que a gente piora”.
Em meio aos pés de couve, outra moradora do bairro, a sra. Maria José, reafirma o prazer de trabalhar com a terra. “Isso é uma beleza. Eu mesmo venho duas vezes por dia. Venho de manhãzinha e vou embora só quando a sol vai embora”, afirma ela. Com muito vigor aos 75 anos, dona Maria, conta que para ela o trabalho na horta é um passatempo.”Cada filho meu tem sua casa, então eu venho para cá para não ficar sozinha. Aqui eu conheço todo mundo e todo mundo me conhece” diz sorrindo. A colheita de sua pequena safra ela distribui para os filhos e o que sobra tenta vender.
Projeto de Hortas Comunitárias traz para a cidade a vida simples do campoOs terrenos de 18 das 20 hortas comunitárias de Cambé são da Prefeitura Municipal que cede, além do espaço, infraestrutura, água, energia elétrica, adubos e sementes para os beneficiários das hortas. Duas hortas foram criadas em parceria com a Eletrosul que cedeu terrenos entre torres de transmissão de alta voltagem, a administração municipal ficou responsável pela divisão dos canteiros e manutenção das hortas.
De dois em dois anos a Secretaria Municipal de Assistência Social organiza eleições para os presidentes das hortas comunitárias. Durante a gestão, os presidentes são responsáveis pelo controle e distribuição dos canteiros para os moradores, além de organizar reuniões mensais com os beneficiários para prestação de contas.
Cada horta tem seu próprio caixa, constituído de contribuições mensais dos beneficiários no valor de R$ 2,00. A reserva é utilizada para consertos e compras de materiais e equipamentos urgentes. Há também regras estabelecidas no Estatuto das Hortas Comunitárias que os beneficiários devem obedecer, como os espaços de cada canteiro, os horários de uso da horta e a proibição de uso de agrotóxicos. Seo Abel Alves Feitosa, líder comunitário e presidente da horta do jardim Tupi explica que as exigências do estatuto servem para regular o funcionamento das hortas e evitar o aproveitamento mal intencionado.”Se o canteiro está abandonado, nós conversamos e, se não houver mudança, passamos para outra família. Cada família tem direito a um canteiro, no máximo dois, dependendo da necessidade”. Seo Abel afirma que não enfrenta problemas para manter as regras, tampouco com uma possível ganância, já grande parte dos beneficiários não utiliza a horta como meio de sobrevivência.”São poucas famílias que tiram o sustento daqui. Outros poucos vendem o que sobra para complementar a renda familiar. A maior parte são aposentados e plantam por diversão, por lazer. Se não tem o que fazer em casa, eles vêm plantam um pouquinho, batem papo, trocam idéias, e quando se dão conta, o dia já acabou”, exemplifica seo Abel.
Projeto de Hortas Comunitárias traz para a cidade a vida simples do campoA secretária de assistência social, Ângela Pascueto do Amaral, avalia como essencial para a população a existência das hortas.”As hortas comunitárias já fazem parte das comunidades onde estão estabelecidas. É um projeto muito importante não só pela geração de renda, como também por fazer a comunidade trabalhar junta. Elas tornaram-se um ponto de encontro e lazer dentro do bairro”, explica. A secretária afirma que devido ao sucesso do projeto de hortas comunitárias outras cidades do país tem seus próprios programas. “Em função da melhoria na qualidade de vida que o projeto proporciona à população, várias entidades de outras cidades e outros estados vieram a Cambé para visitar as hortas e levar daqui um modelo de aplicação de hortas comunitárias”, afirma a secretária.
Os olhares e os sorrisos nas hortas comunitárias são indícios palpáveis da qualidade de vida dos moradores. Verduras e legumes saudáveis somados com o lazer e a bela paisagem que essas hortas urbanas oferecem são a receita para uma vida longa e feliz. Seo Abel que também cultiva seu canteiro, faz a sua avaliação: “A horta ajuda em tudo. Ajuda nas despesas de casa e ajuda no viver. É um pedacinho do campo dentro da cidade”.

 

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Notícias

03-05-2016 17:02

PREVENÇÃO UMA PRIORIDADE PARA SEGURANÇA DA POPULAÇÃO

14/01/2016       No dia 27 de janeiro próximo, fará 3 anos que 242 jovens morreram no incêndio da Boate Kiss, na verdade eles foram vítimas da falta de informação de como se proteger em um incêndio, acredito que se eles tivessem tido o mínimo de informação teriam se...

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 Aliança em benefício da vida

Foto: Focolondrina

    Quando se fala em segurança para sua família, não pode ter divergência política ou partidária, porque a família é muito mais importante que tudo.

    Não devemos nunca deixar que oportunista se aproxime ou manipule um líder comunitário para promover a discórdia em beneficio de si mesmo.

    A FECAMPAR (Federação das Entidades Comunitárias e Associações de Moradores do Paraná), conseguiu pela primeira vez no Paraná, organizar aquilo que parecia impossível, juntar políticos sindicalistas e empresários, todos com o mesmo objetivo, levar ate o Governo uma renvidicação que há décadas passavam despercebidas, a prevenção de incêndio e o controle de pânico nas Escolas do Paraná, com essa integração conseguimos sensibilizar o nosso Governo e o nosso objetivo  esta sendo alcançado.

    Agora esperamos que as administrações Municipais  tenham a mesma consciência e procure estar também  integrada com o Governo  Estadual e Federal  e não mais promover  a desgraça  de muitos em beneficio de poucos.

     Precisamos que o projeto brigada escolar seja estendido para todas as Escolas Municipais e que o pesadelo de Uruguaiana e Santa Maria sirva de lição para todos nós, tornando a integração o melhor caminho para termos uma sociedade justa e igualitária.

    Esta aliança não será usada para beneficiar estes ou aqueles grupos políticos, ela foi organizada para provar para o Paraná que o Governo e o Povo devem estar integrados com o mesmo objetivo. Salvar vidas.

    A FECAMPAR regional Londrina agradece publicamente a toda equipe da Organização Comunitária Focolondrina, aos Vereadores, Péricles Deliberador, Marcos Belinati, Roberto Fu, Wilson Bitencortt, ao Deputado Estadual Belinati, ao Presidente da Nova Central dos Trabalhadores do Paraná Denílson Pestana da Costa, ao Dr. Marcelo Belinati, ao Presidente da Câmara de Vereadores de Cambe Eliseu Vidotti, ao Deputado Federal Luiz Carlos Hauly, ao Presidente do PSDC de Londrina Bruno Ubiratã, ao Presidente do PSDC Estadual Luiz Adão, ao Empresário Luciano Pizzato, SINTRAMICA, SENALBA Londrina, SECRASO NP, Sindicato dos Vigilantes de Londrina e região, Cooper Fire Extintores, Ulisses Sabino, também ao   Presidente  do SINDISERV   Marcelo Urbaneja, Eder Pimenta, Presidente da FEMOCLAM  Nilson Pereira,  Geonisio Marinho, Valdenir Dielly Dias, aos   gabinetes  dos  Vereadores  Péricles, Wilson Bitencort,  Roberto Fu, Marcos Belinati,  Jurandir Rosa  Diretor do Jornal A SEGURANÇA METROPOLITANA  de Londrina, Carlos Zapata do Jornal voz de Ibaiti, ao  amigo Messias Lima, Lineu Tomass, Carioca, também aos   Assessores  do Deputado Belinati,  Baixinho, Aguilera, em Especial ao Ratinho Junior,  Ministério Público, ao   Governo do  Paraná Beto  Richa e tenho a certeza que  seus  apoios  foram de grande importância na formação e  organização no  projeto da aliança de integração Comunitária  do Paraná.

    A FECAMPAR Regional Londrina em nome do povo do Paraná, agradece a todos e que Deus Abençoe a cada um por estar ajudando de alguma forma buscar mais segurança para nossa família.

           Celso Melchiades

    Vice Presidente Fecampar

 

 

 

Será que um dia poderemos ter realmente algum direito?

 
19-02-2013 13:22

2011-04-16 10:33

 

 

     Sonho! Nos vivemos de sonho e esperança ,os movimentos populares lutam para que os sonhos se torne realidade e  os direitos de cada cidadãos sejam respeitados.

   Sempre foi este o verdadeiro papel das associações de moradores, mas a partir do momento que o líder da entidade se mostrava competente e determinado na defesa dos direitos de sua comunidade. 

    Imediatamente aguçava a cobiça de mercenários, que procura sempre calar a boca de líderes comunitários a qualquer preço e assim fazer com que as reivindicações daquela comunidade deixassem de existir.

    Londrina sempre será o berço dos movimentos populares do Paraná, muitos partidos cuja sua ideologia era defender e lutar pelos menos favorecidos.

     Essa história começou em Londrina, mas infelizmente foi se perdendo, por que os partidos políticos no papel era uma coisa, na prática era outra.

      Isso esta se repetindo nas associações de moradores, entidades que na prática é formada para representar e defender a sua comunidade.

       O que esta acontecendo em Londrina?

     As entidades foram formadas, mas só tem a representatividade no papel, esta com a boca calada e defendendo políticos que não tem compromisso com a comunidade, precisamos que estas entidades realmente exerçam a sua responsabilidade, lutar e defender os direitos dos cidadãos e cumprir o seu estatuto.

       A partir do momento que os presidentes respeitam o seu estatuto a sua comunidade passa a ter suas reivindicações respeitadas.

       Infelizmente o que esta acontecendo é que o presidente negocia através da sua credibilidade favores pessoais.

      Por estar sempre acontecendo isso tomamos a iniciativa de não mais articular com presidentes de associações de moradores em Londrina.

      Não que temos algo contra eles, na verdade respeitamos e muito, mas infelizmente não podemos confiar em todos os presidentes e trazer para dentro do movimento.

       Nossa organização respeita e sempre defenderá os Presidentes de associações de moradores sérios, vamos também dar prioridade em defender os direitos de nossos irmãos de luta, não somos mercenários, somos  Organizadores  Comunitários da Força Comunitária de Londrina.

Celso Melchiades

 

 

  

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